Se eu pudesse mostrar o que você me deu, eu mandava embrulhar, chamaria de meu.
terça-feira, 30 de agosto de 2011
E direi sem rodeios. Vem que a sua espera me cansa a alma, vem pois sua chegada acalmará de uma vez meu ansioso coração. Vem que irei te encher de cuidados, mimos, carinhos e prometo segurar bem forte suas mãos e dizer o quanto me sentirei feliz em te ter nos braços. Também direi o quanto acreditei na nossa historia e na força do nosso destino tão paralelo.
Vem.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
A gente tem que se encaixar no jeito de alguém e esse alguém no da gente.Não extiste pessoa errada, existe encaixe mal feito!. Somos preguiços, queremos tudo prontinho ou no ponto. Não sabemos caminhar com nossas pernas, ou tenhos preguiça. Se enchergamos apenas o que nos convém, imagina fazer??
EvelândiaR.
sábado, 20 de agosto de 2011
sábado, 13 de agosto de 2011
#fatoo
É estranho como nos afastamos das pessoas e nem percebemos isso. Saudade de algumas conversas, algumas risadas.
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
sábado, 6 de agosto de 2011
Como tenho raiva do Antoine de Saint Exupéry – “tornamo-nos eternamente responsáveis por aqueles que cativamos…” Mas isso não é terrível? Ser reponsável por tanta gente?(…) Então, abandonar o amor? Não. Mas é preciso escolher. Porque o tempo foge. Não há tempo para tudo. Não poderei escutar todas as músicas que desejo, não poderei ler todos os livros que desejo, não poderei abraçar todas as pessoas que desejo. É necessário aprender a arte de “abrir mão” – a fim de nos dedicarmos àquilo que é essencial.(…)
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Ela poderia ter passado o resto da vida exatamente ali, esparramada na autopiedade.(...) Mas a alma, sábia e habilidosa bordadeira de pretextos, quando encontrou brecha, arrumou um jeito de alumiar aquele lugar. Foi então que ela conseguiu enxergar exatamente onde estava com nitidez reveladora e também desconcertante. Fazia tempo, desconhecia o paradeiro do brilho dos seus olhos sem ter feito nenhum movimento para trazê-lo de volta. Estava profundamente infeliz e agiu durante temporadas como se isso não lhe dissesse respeito. Não fazia ideia da vez mais recente em que experimentara satisfação autêntica e até aquele momento sequer havia notado. Deu tanto poder aos outros para interferirem na sua alegria que esvaziara o próprio até a exaustão. Afastou-se tanto do coração e do seu desejo que encolhera-se, inerte, diante de cada golpe sofrido sem contar com a própria proteção. Esforçou-se de tal forma para se tornar interessante para o outro, que perdera o interesse por si mesma. Os sucessivos desapontamentos tentaram lhe dizer que não era merecedora de coisas que faziam toda diferença, e ela acreditou.
Na clareza que liberta, ao lembrar ser capaz de fazer escolhas pela própria vida, escolheu sair daquele lugar, passo a passo, gentileza a gentileza, no tempo que fosse necessário. Agora, poderia contar de novo consigo mesma. Renovar, gesto a gesto, o compromisso com o próprio coração. Sentir-se responsável pela própria felicidade com a confiança de quem recorda o que realmente mais lhe importa. E com uma vontade toda nova de, primeiro, desfrutar a dádiva da própria lindeza e do próprio amor."
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
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