quinta-feira, 10 de novembro de 2011


“E isso é felicidade, você poder contar com os outros, se sentir cuidado, protegido.”
 

quarta-feira, 9 de novembro de 2011


Sobretudo, tenho certeza de que Deus está nos detalhes e as coisas simples são as melhores. Taí uma dessas velhas e surradas sabedorias que a gente teima em esquecer.

Abençoadas sejam as dádivas generosas que vêm nos lembrar que viver pode ser mais fácil.

Felicidade bate na porta, mas não gira a maçaneta.
Quem decide se quer que ela entre ou não, é você!

Mas digo, é sempre preciso ter um bocado de fé no bolso que o resto a gente carrega no sorriso.

Solidão? O que acontece é que a gente procura os outros para se livrar de si mesma. A intolerável companhia que eu me faço. Preciso dos outros para não chegar àquele ponto altamente intolerável do encontro comigo. Eu sou exatamente: zero. E tanto se me dá. Conselho: fique de vez em quando sozinho, senão você será submergido. Até o amor excessivo dos outros pode submergir uma pessoa.

E o que me resta depois de tanto ralar os joelhos é essa certeza de que o tempo tem poderes curativos inacreditáveis, o que ficou em mim foi essa certeza de que cair é lindo sim, de que cada cicatriz é marca bonita, lembrete, que tudo deve - e pode - ser superado se a gente quiser.
Espero que você pense em mim de vez em quando, só para eu não me sentir tão patética por pensar em você o tempo todo.

Hoje eu queria um abraço daqueles que te sufoca de tão apertado e te protege de tudo. Hoje eu só queria ouvir “Eu te procurei pra saber se você tá bem”

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Sei que já vi borboletas voarem faltando um pedaço da asa e rosas incríveis desabrocharem num copo com água: e é disso que me nutro pra acreditar que a meteorologia nem sempre está certa e que dias tão cinzentos podem ser prefácios de noites com sol…